sábado, 20 de agosto de 2016

Comprometa-se com o "bem pensar"




Estamos todos experts em terceira dimensão.
 
Tiramos de letra os conceitos de densidade, ego e dualidade.
 
Reclamamos do longo percurso entre a manifestação dos nossos pensamentos e a sua materialização. Mas seria, esse tempo, de fato, prejudicial ou longo demais?
 
Imaginem-se, por um minuto, materializando imediatamente os seus pensamentos. Como se sentiriam em relação às suas criações (lembrando-se que estariam visíveis a todos)?
 
Percebem, agora, que grande escola é a terceira dimensão? Ela nos dá tempo para revertermos as nossas manifestações mentais negativas antes que elas tomem forma.
 
Perguntem-se com mais frequência: eu sentiria orgulho, ou vergonha, caso o meu pensamento se materializasse nesse momento?
 
Aqui está o tão falado "vigiar" e talvez essa seja a nossa maior lição: ainda que mais lentamente que em outras dimensões, estamos, a todo tempo, criando a nossa própria realidade.
 
Criamos a nossa saúde ou a nossa doença, o nosso sucesso ou insucesso, o tipo de relacionamento que teremos, as experiências que vivenciaremos.
 
Onde está o nosso pensamento, lá está a nossa energia.
 
Estamos aqui porque, um dia, nos sentimos capacitados o suficiente para auxiliar Gaia em sua transição (e alguém concordou com isso). Comprometer-se com o "bem pensar" é um excelente pontapé inicial!
 
Somente a partir da responsabilidade com a nossa capacidade de criação é que nos será dada a possibilidade de acelerar o processo de criação.
 
Assim a "nova Terra" nascerá dentro de cada um.
 
Quando? Só depende de você.
 
 

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Respeitando espaços








Ontem uma frase em uma música foi o estopim de um turbilhão de pensamentos.

"I just stand by and let you fight your secret war"... Joey, Concrete Blonde.


Para os maníacos por controle isso deve ser assustador, mas os relacionamentos são assim. Cada um, interiormente e secretamente, luta uma guerra com a própria mente. Entendo que  aceitar e respeitar isso é o cerne de um relacionamento saudável.


A cada dia nos são dadas oportunidades de reanalisar as situações que vivemos, de vê-las sob outro ângulo. Mas quando as vivências são chanceladas ou reprovadas pelo outro, acabam sendo formatadas, rotuladas – e perdemos a chance de ressignificá-las por nós mesmos.


Por isso existem aspectos de nós que jamais são abertos ao outro, talvez a ninguém: porque queremos ter a chance de promover a reforma interna sem que isso seja constantemente analisado. Existem, inclusive, aspectos que nós mesmos desconhecemos. Outros que queremos abandonar.


Isso também é liberdade.


É difícil encontrar o ponto de equilíbrio entre as imposições sociais (para mim um verdadeiro adestramento mental) e os instintos. Depois, entre os instintos e os compromissos. Depois, entre os compromissos e o coração.


Nessa confusão de vetores parece quase impossível saber a direção certa. Escolher entre tentar mais um pouco ou desistir acaba sendo o jogo da vida. Com apenas uma regra: tudo é experiência, desde que a culpa não caiba na sua mochila.


A nós são apresentadas (e incansavelmente reapresentadas, se necessário for) as experiências que desejamos viver, seja por plano, seja por criação mental/atração. De qualquer forma e sob qualquer ângulo, somos integralmente responsáveis pela nossa situação presente - e o agora é inevitável.

Sejamos, portanto, alerta. Podemos ser senhores ou escravos das nossas criações, das nossas projeções mentais.


Plante o que você deseja colher. Ofereça o que você gostaria de receber.

Seja grato. Seja positivo. Seja otimista.


... and it all comes back to you.

Talita Rebello
19/08/2015

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Sobre plantar...





Um dia eu me senti velhinha. 


Senti o meu corpo se movendo mais devagar, a mente calma, o coração pleno.


Pensei, então, nas sementes eu deveria plantar para colher esse nível de completude ao final da vida. 


Não havia outro caminho, senão ser autêntica e me doar 100% a cada momento, a cada atividade. 


Afinal, amargura e frustração jamais dariam os frutos que eu desejava colher.


Decidi, então, fazer as reformas necessárias para que eu pudesse manter o estado de presença e de respeito à minha essência. 


O meu objetivo era, “um dia”, estar inteira e confortável no momento presente – sem olhar para trás (em paz comigo e com o passado) e sem deixar para amanhã os movimentos que eu precisava fazer, como se hoje fosse o meu último dia.


Essa decisão mudou tudo e com ela veio o primeiro enfrentamento: naquele momento – apesar de ter uma vida perfeita - eu não estava inteira e confortável. 


O que é que faltava? O que estava errado?


Mudar a paisagem não era suficiente.


Mudar as pessoas não era suficiente.


Mudar de hobbies não era suficiente.


Mudar de dieta não era suficiente.


Percebi, então, que em qualquer lugar que eu estivesse, lá estariam todas as minhas questões. Simplesmente não era possível fugir de mim mesma e daquela coisa que se movimentava dentro de mim.


Era preciso olhar para a bagagem que eu carregava e, finalmente, desfazer as malas com o maior amor do mundo. Na parte mais profunda da mala mais cheia, estava ela: a essência!


Exuberante. Apaixonante. Reluzente. Radiante. Livre. Solta. Dada.


Desde então, ela é a única bagagem que eu carrego. Agora mesmo ela está sentada sobre os meus ombros, revirando os olhos, como quem diz: já podemos nos divertir?


Com ela semeio.


Com ela rego.


Com ela certamente colherei.


Transcender o humano... sendo humano!




Transcendendo o Humano

Há um determinado dia em nossa existência que simplesmente paramos de nos esforçar para ser. Nesse dia talvez descubramos que não precisamos forçar, lutar, ter uma opinião formada, ter conhecimento. Deixaremos de buscar o silêncio interior, talvez nem essas mensagens te interessem mais, porque você estará em paz, limpo interiormente.

Todos nós passamos por um processo de cura e desenvolvimento interior. Mas chegará um dia que tudo isso estará equilibrado dentro de você.  Talvez perca a vontade de se silenciar porque o silêncio estará lá; deixará de procurar a felicidade porque ela estará lá; haverá uma grande paz dentro de você.

Nesse dia você saberá que algo aconteceu. Você estará bem, com uma estranha sensação de que não precisa mais buscar, estudar, participar de seminários, nada disso talvez importe, ou não. Mas em seu interior saberá que tudo está bem, que não há nada que não esteja fora de seu devido lugar.

Seus pensamentos estarão silenciados, suas dores terão sumido, os problemas ainda estarão lá, mas já não os verá assim. Nesse dia, talvez continue sua rotina, mas ela já não o tirará do equilíbrio. Ela será sua vida na Terra e a melhor que pode fazer, diante das circunstâncias possíveis. Talvez seja o dia mais rico de sua vida, porque em seu interior haverá absolutamente tudo que precisa.

Você levantará e deixará de perguntar porque está aqui, porque está vivo e passará a sentir sua vida. Sua mente não compreenderá esse estado, mas você sentirá isso em seu interior. Você será a paz e o humano que transcendeu a vida, passou por seus pensamentos, por suas dores e poderá ser feliz.

É inquietante para um humano não fazer, não ter que se esforçar, mas é assim que os mestres vivem, sem esse estado de busca, de luta, porque estão limpos de sua própria energia que o restringe.

Na luta pela elevação, o esforço talvez faça parte de seu processo de cura, mas chegará um dia que perceberá que ela já se deu e você não sente mais necessidade de continuar a se curar. Esse é o dia da iluminação!

Estranhamente, você ainda terá sua família, suas atividades, mas isso já não será um desafio. Você será essa paz, a sua própria cura. É um estado despreocupado, iluminado, de amor, paz e felicidade interior.

Seu corpo estará lá da mesma forma. Talvez as pessoas notem alguma diferença em você, ou talvez, não. Externamente, você será o mesmo humano, mas internamente, algo terá se modificado. Você transcendeu a vida e não sabe como é isso, porque também não importa mais. Você é um mestre e passará a viver como um!

Talvez hoje você seja um turbilhão emocional, algo ainda borbulha em seu interior e você pensa que dificilmente chegará nesse estado. E eu lhe digo que esse caco de hoje é o cristal de amanhã, lindo, belo e raro. De uma beleza incomparável e, talvez, nesse dia, você se lembre dessas palavras ou não, mas isso também não importará.

Com todo meu amor.

Mestre Saint Germain

Canal: Thiago Strapasson – 17/08/2016


 Revisão de texto: Angelica T. Tosta e Solange Yabushita

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Assuma a sua posição!





Estava voltando para casa e o trocar de marchas do carro chamou-me a atenção. Como seria o mecanismo que facilita tanto a nossa locomoção?


Na mesma hora senti que não precisava saber como funcionava. Bastava-me saber que estava disponível e que, se assim quisesse, poderia colocá-lo a serviço das minhas necessidades.


O mecanismo está disponível.


Não importa se você vai utilizá-lo. Não importa como você vai utilizá-lo. Não importa com qual intenção irá utilizá-lo. 


Basta perder o medo de dirigir. Basta calar a voz da incapacidade. Basta fechar os seus ouvidos às opiniões alheias.


Se todos dirigem, por que eu não conseguiria?


Não precisamos saber como funcionam os circuitos do computador, do celular, da máquina de lavar roupas. Precisamos apenas aprender a usá-los de forma a atender a nossas necessidades, cada um do seu jeito, cada um a seu tempo.


Penso que o mesmo processo acontece em todas as outras situações que vivemos: completa e absoluta disponibilidade do meio.


Precisamos apenas acessar todas as bênçãos que nos estão disponíveis.


Tudo já está viabilizado. Tudo já nos foi concedido. Tudo é possível.


Por que quase ninguém acessa? 


Por que insistimos em manter o foco nas coisas que não desejamos? Porque insistimos em pensar individualmente? Porque nos preocupamos mais com o que recebemos, do que com o que ofertamos?


Porque, ao contrário do câmbio do carro, não é interessante que tenhamos acesso a esses mecanismos. Não nos ensinam a usar, não vemos ninguém usando.


Porque disseram que era difícil. 


Porque disseram que era necessário muito esforço e muito sacrifício.


Porque disseram que não éramos merecedores.


Porque disseram que somos pecadores, indignos e inferiores.


A crença do esforço. A crença do sofrimento. A crença do sacrifício. A crença da falta. A crença da dificuldade. A crença do não merecimento. 


Quem sabe, ainda, o medo de conseguir.


Tudo orbita em torno da nossa autopercepção. 


De que forma nos percebemos? Afinal, quem somos nós? Quais são os nossos tesouros? Quais são as nossas verdadeiras habilidades? Quais são os nossos motivos?


Olhe para o seu filho e responda para ele essas perguntas.


Posso adivinhar as respostas: você é filho de Deus, perfeito em suas imperfeições, detentor das maiores qualidades do Criador, capaz dos mais lindos atos de bondade e generosidade, está aqui para construir um mundo diferente.


Você está aqui para construir um mundo diferente!

Você é um mostrador do caminho.


Assuma a sua posição.




https://www.youtube.com/watch?v=QgaTQ5-XfMM